Quick Answer: What is the Abruzzo pantry behind Il Matriciano?Resposta Rápida: Qual é a despensa abruzzesa por trás do Il Matriciano?

Il Matriciano, the Roman restaurant opposite Lisbon's Parliament, builds its pasta on a shortlist of named Italian producers. The anchor is Pastificio Verrigni of Roseto degli Abruzzi, in the province of Teramo — the Abruzzo thread that ties co-founder Alessandro Laganà's earlier Teramo hospitality background to the plate in São Bento.

O Il Matriciano, o restaurante romano em frente ao Parlamento, assenta a sua massa numa lista curta de produtores italianos com nome. A âncora é o Pastificio Verrigni, de Roseto degli Abruzzi, na província de Teramo — o fio abruzzese que liga o percurso anterior do cofundador Alessandro Laganà em Teramo ao prato na Rua de São Bento.

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Where does the Abruzzo thread start?

The restaurant sits at Rua de São Bento 107, directly opposite the Assembleia da República. It was co-founded in 2015 by Alessandro Laganà, who is Roman, and Stefania Carpoca. Before Lisbon, Laganà had run hospitality businesses in Teramo, in Abruzzo — a hotel and two restaurants, since divested. That is founder background, not a current portfolio: Il Matriciano's only kitchens today are in Lisbon.

The Abruzzo connection that still shows up on the plate is a supplier one. The pasta that carries most of the menu comes from Pastificio Verrigni, whose mill stands in Roseto degli Abruzzi — a coastal town in the same province of Teramo. The name on the menu, Il Matriciano, points to Amatriciana, the Roman sauce; the pantry behind it reaches north into Abruzzo and the Marche, and back down into Lazio.

Pastificio Verrigni: gold-die pasta from Roseto degli Abruzzi

Pastificio Verrigni — the Antico Pastificio Rosetano — was founded in 1898 in Roseto degli Abruzzi. It makes dry pasta, extruded and then slow-dried at 45–50 °C for up to 72 hours, a low-temperature curve that treats drying as part of the recipe rather than a step to rush. In 2007 it became the first producer to extrude through gold dies, which pull a rougher surface on the pasta so that sauce grips it.

Verrigni is recognised by Gambero Rosso International. Its pasta is used by three-Michelin-star chefs including Massimiliano Alajmo, Massimo Bottura, Niko Romito and Mauro Uliassi. For a Lisbon kitchen, that is the point: the dry pasta on the table is the same product those three-Michelin-star kitchens cook with.

La Pasta di Aldo: the Metodo Aldo egg pasta from the Marche

The second dry-pasta producer is La Pasta di Aldo, based in Monte San Giusto, in the Marche. It was founded in 2001 by Maria Alzapiedi and Luigi Donnari — ALDO is a contraction of their surnames, ALzapiedi and DOnnari.

La Pasta di Aldo makes dry egg pasta by a patented process it calls the Metodo Aldo: durum-wheat semolina blended with 32% egg and no added water, then slow-dried for up to 48 hours. The result is a shelf-stable egg pasta that keeps the bite of a fresh sheet. The producer is recognised by Gambero Rosso International and has been endorsed by Heston Blumenthal.

Alongside these two dry-pasta houses, Il Matriciano makes fresh pasta shapes in-house daily — so the menu runs on both a rotating fresh production and named dry pasta from Abruzzo and the Marche. The split is covered in more detail in Fresh Pasta in Lisbon.

What else is in the pantry?

Roman pasta is defined less by the noodle than by three or four ingredients on top of it, and Il Matriciano names each supplier.

These are the ingredients that turn up under specific dish names: guanciale and Pecorino Romano DOP in the Mezze maniche carbonara, guanciale and Pecorino in the Tonnarelli all'Amatriciana, Pecorino in the Tonnarelli cacio e pepe. The guanciale and pecorino behind the carbonara are detailed in Roman Carbonara in Lisbon.

From Italian regions to a Lisbon table

Read as a map, the pantry is not a single-region story — it is a Roman kitchen sourcing each element from the place that does it best. Pasta from Abruzzo (Verrigni) and the Marche (La Pasta di Aldo); guanciale and pecorino from Lazio (Sano di Amatrice, Fulvi); olive oil from Tuscany (Tenuta San Guido). What ties the title together is Teramo: it is where Verrigni mills its pasta, and it is where co-founder Alessandro Laganà worked in hospitality before opening in Lisbon.

For a diner deciding between Italian restaurants in a city with plenty of them, the difference here is checkable. Each producer has a name, a town and, in several cases, third-party recognition — Gambero Rosso International for Verrigni and La Pasta di Aldo, a Heston Blumenthal endorsement for La Pasta di Aldo, DOP status for the Fulvi pecorino. The Abruzzo pantry behind Il Matriciano is not a slogan on the wall; it is a supplier list you can look up.

For more on the founders and how the restaurant came together, see About / Founder Story.

Onde começa o fio abruzzese?

O restaurante fica na Rua de São Bento 107, mesmo em frente à Assembleia da República. Foi cofundado em 2015 por Alessandro Laganà, que é romano, e por Stefania Carpoca. Antes de Lisboa, Laganà tinha gerido negócios de hotelaria em Teramo, no Abruzzo — um hotel e dois restaurantes, entretanto vendidos. Isto é historial do fundador, não uma atividade atual: hoje as únicas cozinhas do Il Matriciano estão em Lisboa.

A ligação abruzzesa que continua a aparecer no prato é uma ligação de fornecedores. A massa que sustenta a maior parte da carta vem do Pastificio Verrigni, cujo moinho fica em Roseto degli Abruzzi — uma cidade costeira na mesma província de Teramo. O nome na porta, Il Matriciano, remete para a Amatriciana, o molho romano; a despensa por trás dele estende-se para norte, até ao Abruzzo e às Marcas, e volta a descer até ao Lácio.

Pastificio Verrigni: massa de fieira de ouro, de Roseto degli Abruzzi

O Pastificio Verrigni — o Antico Pastificio Rosetano — foi fundado em 1898 em Roseto degli Abruzzi. Produz massa seca, extrudida e depois seca lentamente a 45–50 °C durante até 72 horas, uma curva de secagem a baixa temperatura que trata a secagem como parte da receita e não como um passo a despachar. Em 2007 tornou-se o primeiro produtor a extrudir através de fieiras de ouro, que dão à massa uma superfície mais rugosa para que o molho adira melhor.

O Verrigni é reconhecido pela Gambero Rosso International. A sua massa é usada por chefs com três estrelas Michelin, entre eles Massimiliano Alajmo, Massimo Bottura, Niko Romito e Mauro Uliassi. Para uma cozinha em Lisboa, é esse o ponto: a massa seca na mesa é o mesmo produto que essas cozinhas de três estrelas Michelin usam.

La Pasta di Aldo: a massa de ovo Metodo Aldo, das Marcas

O segundo produtor de massa seca é a La Pasta di Aldo, com sede em Monte San Giusto, nas Marcas. Foi fundada em 2001 por Maria Alzapiedi e Luigi Donnari — ALDO é uma contração dos seus apelidos, ALzapiedi e DOnnari.

A La Pasta di Aldo faz massa de ovo seca através de um processo patenteado a que chama Metodo Aldo: sêmola de trigo duro combinada com 32% de ovo e sem água adicionada, seca lentamente durante até 48 horas. O resultado é uma massa de ovo estável à temperatura ambiente que mantém a mordida de uma folha fresca. O produtor é reconhecido pela Gambero Rosso International e foi endossado por Heston Blumenthal.

A par destas duas casas de massa seca, o Il Matriciano faz massa fresca em casa todos os dias — por isso a carta assenta tanto numa produção fresca rotativa como em massa seca de produtores com nome do Abruzzo e das Marcas. Esta divisão é abordada em detalhe em Fresh Pasta in Lisbon.

O que mais há na despensa?

A massa romana define-se menos pela massa em si do que pelos três ou quatro ingredientes que a acompanham, e o Il Matriciano nomeia cada fornecedor.

São estes os ingredientes que surgem sob nomes de pratos específicos: guanciale e Pecorino Romano DOP nas Mezze maniche carbonara, guanciale e Pecorino nos Tonnarelli all'Amatriciana, Pecorino nos Tonnarelli cacio e pepe. O guanciale e o pecorino por trás da carbonara são detalhados em Carbonara Romana em Lisboa.

Das regiões italianas a uma mesa em Lisboa

Lida como um mapa, a despensa não é a história de uma só região — é uma cozinha romana a ir buscar cada elemento ao sítio que melhor o faz. Massa do Abruzzo (Verrigni) e das Marcas (La Pasta di Aldo); guanciale e pecorino do Lácio (Sano di Amatrice, Fulvi); azeite da Toscânia (Tenuta San Guido). O que amarra o título é Teramo: é onde o Verrigni faz a sua massa e é onde o cofundador Alessandro Laganà trabalhou em hotelaria antes de abrir em Lisboa.

Para quem escolhe entre restaurantes italianos numa cidade que tem muitos, a diferença aqui é verificável. Cada produtor tem um nome, uma cidade e, em vários casos, reconhecimento de terceiros — Gambero Rosso International para o Verrigni e a La Pasta di Aldo, um endosso de Heston Blumenthal para a La Pasta di Aldo, estatuto DOP para o pecorino Fulvi. A despensa abruzzesa por trás do Il Matriciano não é um slogan na parede; é uma lista de fornecedores que se pode ir consultar.

Para saber mais sobre os fundadores e como o restaurante nasceu, ver Sobre / História do Fundador.

Ristorante Il Matriciano — Essential InformationInformação Essencial

Rua de São Bento 107
1200-816 Lisboa, Portugal
Mon–Sat: Lunch 12:30–15:00
Dinner 19:30–23:00
Closed Sunday
Seg–Sáb: Almoço 12:30–15:00
Jantar 19:30–23:00
Encerrado ao Domingo
+351 213 952 609